Está em andamento em Jundiaí, projeto da Guarda Municipal (GM) para que um cão seja treinado e habilitado para o trabalho de busca de pessoas na Serra do Japi. "Agora, com a visitação novamente aberta, com as trilhas que serão feitas, é algo que faz sentido. Já estamos estudando isso e dependemos somente da aprovação final do comando da Guarda", explica AlceuMarestoni, inspetor do Canil da GM.
O assunto vem à tona justamente no momento em que um cão farejador conquistou reconhecimento e se tornou famoso em todo o País devido ao caso do assassinato do garoto Joaquim, de Ribeirão Preto. O cão apontou para a polícia o provável trajeto percorrido pela criança e o padrasto após cheirar peças de roupas de ambos. Treinado para esse tipo de busca, realizou seu ´trabalho´ com maestria.
Jundiaí não tem esse tipo de demanda, de acordo com Marestoni, mas, mesmo assim, conta com um cão que é dono de um certificado que o habilita como farejador para buscas em matas. Yan, como é chamado, atualmente não exerce esse tipo de ação no dia a dia e acaba sendo escalado para atividades comuns da equipe do Canil da GM, composta por 16 cães e 17 guardas municipais.
TREINAMENTO
A ideia é que no início de 2014 um cão já comece a ser treinado e habilitado para o trabalho de busca de pessoas na Serra do Japi. "Há treinamento específico para cada tipo de busca. Mesmo quando se trata de encontrar pessoas, o cão é adestrado com foco em mata, em escombros ou seja qual for o tipo de localidade", completa o inspetor.
Hoje, o Canil da GM de Jundiaí conta com 16 cães, sendo três da raça rottweiler e 13 pastores belga malinóis. Todos são treinados para busca de entorpecentes, celulares, armas e explosivos. O trabalho é feito com produtos que imitam o odor das drogas e objetos. "Não há princípio alucinógeno nessas substâncias, os cachorros não são viciados. São treinados a sentir o olfato por meio de brinquedos e enquanto são adestrados", reforça o sub-inspetor da Guarda, Erich Streng Godoi.
Um cão farejador é treinado desde os três meses. O trabalho começa quando o filhote ainda está sendo amamentado, com uso de objetos que simulam brinquedos. Aos seis meses, com faro já aguçado, os cães passam então a aprenderem o que é obediência. Com um ano, são submetidos a provas para conquista de certificado e, com um ano e dois meses, em média, estão prontos para o trabalho nas ruas.
"Cada GM tem seu cão. Eles participam de ações de segurança, apresentações em escolas, de eventos comunitários e assim por diante", conta o inspetor Marestoni, comentando que hoje o Canil da GM tem necessidade de substituir alguns cães que estão em processo de aposentadoria. "Estamos há seis meses realizando uma operação para encontrar os filhotes ideais para o trabalho", completa o sub-inspetor Godoi.
O assunto vem à tona justamente no momento em que um cão farejador conquistou reconhecimento e se tornou famoso em todo o País devido ao caso do assassinato do garoto Joaquim, de Ribeirão Preto. O cão apontou para a polícia o provável trajeto percorrido pela criança e o padrasto após cheirar peças de roupas de ambos. Treinado para esse tipo de busca, realizou seu ´trabalho´ com maestria.
Jundiaí não tem esse tipo de demanda, de acordo com Marestoni, mas, mesmo assim, conta com um cão que é dono de um certificado que o habilita como farejador para buscas em matas. Yan, como é chamado, atualmente não exerce esse tipo de ação no dia a dia e acaba sendo escalado para atividades comuns da equipe do Canil da GM, composta por 16 cães e 17 guardas municipais.
TREINAMENTO
A ideia é que no início de 2014 um cão já comece a ser treinado e habilitado para o trabalho de busca de pessoas na Serra do Japi. "Há treinamento específico para cada tipo de busca. Mesmo quando se trata de encontrar pessoas, o cão é adestrado com foco em mata, em escombros ou seja qual for o tipo de localidade", completa o inspetor.
Hoje, o Canil da GM de Jundiaí conta com 16 cães, sendo três da raça rottweiler e 13 pastores belga malinóis. Todos são treinados para busca de entorpecentes, celulares, armas e explosivos. O trabalho é feito com produtos que imitam o odor das drogas e objetos. "Não há princípio alucinógeno nessas substâncias, os cachorros não são viciados. São treinados a sentir o olfato por meio de brinquedos e enquanto são adestrados", reforça o sub-inspetor da Guarda, Erich Streng Godoi.
Um cão farejador é treinado desde os três meses. O trabalho começa quando o filhote ainda está sendo amamentado, com uso de objetos que simulam brinquedos. Aos seis meses, com faro já aguçado, os cães passam então a aprenderem o que é obediência. Com um ano, são submetidos a provas para conquista de certificado e, com um ano e dois meses, em média, estão prontos para o trabalho nas ruas.
"Cada GM tem seu cão. Eles participam de ações de segurança, apresentações em escolas, de eventos comunitários e assim por diante", conta o inspetor Marestoni, comentando que hoje o Canil da GM tem necessidade de substituir alguns cães que estão em processo de aposentadoria. "Estamos há seis meses realizando uma operação para encontrar os filhotes ideais para o trabalho", completa o sub-inspetor Godoi.
Michele Stella, do JJ Regional
Foto - Rui Carlos

Nenhum comentário:
Postar um comentário