terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Isso é a Guarda Municipal de Itapeva, Gente cuidando de gente.



Reportagem TVTEM..
http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2012/02/mae-recebe-ajuda-por-telefone-para-salvar-bebe-em-itapeva-sp.html

Por telefone, um bebê de dois meses foi salvo de engasgamento. O caso ocorreu emItapeva no interior de São Paulo, conforme mostra a reportagem da TV Tem.

A guarda municipal Ana Maria Ribeiro foi ela quem atendeu ao telefonema com o pedido de socorro. Segundo ela, em 12 anos de trabalho, foi o primeiro atendimento desse tipo na carreira.

Do outro lado da linha, Jessimara Pereira da Silva pedia ajuda para salvar o filho que estava engasgado. Toda a conversa foi gravada e é possível ouvir o desespero da mãe. A agente de segurança orientou a mãe para que fizesse sucção na boca da criança. Na segunda tentativa, o bebê voltou a respirar.

Após certificar que o filho estava fora de perigo, a mãe ligou novamente para a GM para agradecer pela ajuda. Emocionada com a história, Ana Maria fez questão de conhecer pessoalmente o menino. A mãe afirma que, se não fosse pelas orientações, o bebê poderia ter morrido.

http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2012/02/mae-recebe-ajuda-por-telefone-para-salvar-bebe-em-itapeva-sp.html

enviado por GM Fabio

[::Romu Sorocaba::] ROMU detém menor com drogas no prédio do antigo 1º D.P.


Na tarde do dia 17 de fevereiro, por volta das 14h55m, a equipe da ROMU 764 Alfa, juntamente com a viatura 611 do Pq. das Águas, em apoio a equipe da SECID abordou cerca de 10 moradores de rua que se encontravam em um imóvel abandonado á Rua Dr. Fernando Santos c/ Rua Bernardino José de Campos (Antigo prédio do 1º Distrito Policial). Em revista pessoal foi localizado com um deles (S.O.L.J. de 16 anos) 28 porções de cocaína e com os demais nada de ilícito foi encontrado, sendo orientados e liberados.
O menor foi conduzido à DIJU, onde a Autoridade Policial elaborou o B.O. de Ato Infracional de Tráfico de Drogas em Flagrante, posteriormente foi entregue ao responsável mediante termo de compromisso.

Ficha Limpa: Decisão do STF reconhece vontade popular, dizem deputados

Arquivo/ Reinaldo Ferrigno
Francisco Praciano
Francisco Praciano: "A lei qualifica a democracia brasileira".

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de garantir a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar135/10) foi elogiada nesta quinta-feira por parlamentares. Para eles, a Corte reconhece o desejo da sociedade de limpar a vida política.

Por 7 votos a 4, os ministros do STF decidiram nesta quinta-feira que as regras já valem para as eleições municipais de outubro deste ano. Segundo a lei, políticos condenados pela Justiça em decisões colegiadas ou que renunciaram a cargos para fugir da cassação ficam proibidos de concorrer a cargos eletivos por oito anos.

Presidente da Frente Parlamentar Mista de Combate à Corrupção, o deputado Francisco Praciano (PT-AM) destacou o voto da ministra Rosa Weber, para quem “o cidadão que quer representar a população tem de ser diferenciado e, portanto, a Justiça deve ser mais rígida com ele”. "A Lei da Ficha Limpa é um aprimoramento do Estado brasileiro. É um 'não' aos currículos e comportamentos inadequados à representação popular e, portanto, uma qualificação da democracia brasileira”, afirmou.

Para o deputado Fábio Trad (PMDB-MS), a decisão do STF redimensiona a importância do papel político do cidadão na sociedade. “Política não é ocupação daqueles que querem tirar proveito material dela. É vocação, missão daqueles que estão embalados por ideais elevados”, disse.

Fábio Trad e o líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), chamaram a atenção para a importância de os partidos selecionarem melhor seus candidatos. Mas destacaram que só a escolha consciente do eleitor pode garantir uma política ficha limpa.

Idealizadores
Para o cardeal Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, uma das entidades que promoveu a proposta de iniciativa popular, a entrada em vigor da lei é um passo para a melhoria do sistema eleitoral, que não dispensa outros aprimoramentos. “É fundamental que nós tenhamos cada vez mais representantes idôneos, capazes, qualificados”, afirmou.

Representante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral e também um dos idealizadores da proposta, o juiz Marlon Reis explica que o STF decidiu basicamente duas questões: se a lei poderia barrar alguém por fatos ocorridos no passado e se ela não feria a presunção de inocência.

Reportagem – Vania Alves/Rádio Câmara
Edição – Maria Clarice Dias

Reflexões no Salmo 25 - A instrução para fazer escolhas - Será?

A vida é feita de escolhas, assim, se as mesmas não forem bem pensadas
podemos caminhar longas milhas no caminho da dor.

Escolhemos com quem vamos casar, ou se ficaremos solteiros(as) - Se
isto não for bem pensado, ai, ai, ai, ai.....
Escolhemos a nossa profissão - Se isto não for bem pensado é só a
reclamação: não aguento mais meu emprego, meu chefe, meu colega e
etc.....
Escolhemos quem são os nossos amigos - Se isto não for bem pensado,
podemos se relacionar com verdadeiros inimigos.
Escolhemos como reagiremos aos acontecimentos da vida, ou seja,
reagiremos como vitóriosos ou como derrotados! - Eis o motivo de
muitos derrotados e desanimados na vida.

Então Davi, que foi um homem de verdade, ou seja, que fez escolhas
certas e também escolhas erradas, resolveu expressar quem poderá
instruir o homem quanto as escolhas da vida.

Ao homem que teme ao SENHOR, ele o instruirá no caminho que deve
escolher. Sl 25.12.

Recomendação: busque ao Senhor, peça a ele a instrução para esta
decisão que você está preste a tomar, faça algumas perguntas:
Será que ele quer que você continue a pensar em separação?
Será que ele quer que você continue a ser uma pessoa intransigente?
Será que ele quer que você continue a ser um carrasco?
Será que ele quer que você continue a ser uma pessoa magoada?
Será que ele quer que você continue a falar coisas indevidas?
Será que ele quer que você continue longe dos seus filhos, sob a
justificativa de ganhar dinheiro?
Será que ele quer que você continue a não elogiar, mas sim somente a criticar?
Será que ele quer que você continue a ser um covarde?
Será que ele quer que você continue a dar desculpas tentando
justificar o não compromisso com Ele(Deus)?
Será?

Não se percar entre monstros de sua própria criação, escolha ouvir a Deus.

Oremos: Senhor instrua-nos no caminho que devemos escolher, pois
sabemos que sua vontade é boa perfeita e agradável. Em nome de Jesus.
--
No poder de Cristo, o Mestre,


Leandro.

I SEMINÁRIO PAULISTA DE SEG PÚBLICA DE SP - Dr Bismael B. de Moraes

Defesa Civil promove capacitação de agentes municipais em atendimento de emergência com produtos perigosos

A capacitação teve como objetivo a formação de multiplicadores, além de mostrar quais são os procedimentos em emergências com produtos perigosos para prevenir os acidentes e oferecer um atendimento integrado de forma qualificada

Imagem do post

O curso “Primeiro no local” foi promovido pela Comissão Municipal de Transporte de Cargas e Produtos Perigosos (CMTCPP), presidida pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, e aconteceu nos dias 15 e 16 de fevereiro no auditório do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), na Rua Jaraguá, 858 – Bom Retiro.

Para o Coordenador de Ações Preventivas e Recuperativas da Defesa Civil Municipal, Ronaldo Malheiros Figueira, a capacitação foi relevante e “mostrou aos agentes, principalmente àqueles que circulam nas ruas da cidade, como que devem agirem ao se depararem com tais emergências”. Ronaldo ainda enfatizou que um dos principais assuntos abordados foram as normas de segurança, “pois todo cuidado é necessário para que não haja graves conseqüências”, ressaltou.

Participaram do encontro cerca de 50 agentes entre Coordenadores Distritais de Defesa Civil e representantes da Guarda Civil Metropolitana (GCM), da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA), da Coordenação de Vigilância em Saúde (COVISA), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Serviço De Atendimento Móvel De Urgência (SAMU), do Corpo de Bombeiros e do Centro de Controle Integrado da Secretaria Municipal das Subprefeituras (CCOI).

No primeiro dia, os alunos aprenderam o conteúdo teórico. E, no segundo, foram apresentados alguns casos práticos e, logo após, os participantes se dividiram em três grupos e realizaram um simulado sobre como agir em acidentes de produtos químicos, colocando em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula.

Durante a capacitação foram abordados os seguintes assuntos: Plano de Ação de Emergência; competências de cada órgão; fluxos de acionamento; Objetivos, composição e ações realizadas pela CMTCPP; Introdução às emergências químicas; Perigos associados aos produtos químicos; Aspectos básicos da legislação no TRPP; Identificação e classificação de produtos perigosos; Ações de resposta do Setor Saúde; e Procedimentos básicos como a avaliação inicial da ocorrência, o acionamento e as ações de combate.

O Inspetor de Superintendência de Planejamento da GCM, Ricardo Franco de Melo, disse que “o curso foi importante, pois capacitou servidores de diversos órgãos que podem se deparar com um acidente de produtos químicos e ensinou a identificar o produto e seus riscos”.

A Comissão

A CMTCP, que é presidida pelo coordenador geral da Defesa Civil, Jair Paca de Lima, foi criada pela lei nº 11.638, de 17 de maio de 1993, para discutir e traçar estratégias referentes ao transporte de produtos químicos na cidade.

O cadastro e a licença especial para o transporte de produtos perigosos devem ser requeridos junto ao Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV). Além disso, é necessário que seja enviado o Plano de Atendimento a Emergências – PAE à Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente (SVMA).

Produtos Perigosos

Os produtos perigosos são as substâncias ou artefatos que colocam em risco a vida das pessoas, o meio ambiente e a segurança pública. Podem ser de natureza inflamável, explosiva, tóxica, corrosiva e radioativa; além disso, podem estar na forma sólida, líquida ou gasosa.

Texto: Camila Diodato/SMSU

Imagem: Marcelo Ulisses/SMSU


Carnaval 2012: Guarda Municipal mais perto do folião

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Por ASCOM-SUSPREV 17-02-2012

Desde às 7h da manhã de ontem (16) que a Guarda Municipal do Salvador intensifica suas atividades no carnaval 2012. De acordo com Vagner Santos, responsável pelo Setor de Estatística – SEEST da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência – SUSPREV este ano, os números apresentam crescimento em relação ao mesmo período do ano passado quando foram registradas duas (02) ocorrências, já nas últimas 24 horas o número subiu para 35. “Esse aumento é resultado de ações mais freqüentes da Guarda Municipal em apoio a SESP”, encerra.

Dos registros, o destaque vai para as onze ocorrências registradas através do vídeo monitoramento. Nessas atividades de fiscalização, a Guarda Municipal esteve presente em apoio aos diversos órgãos da prefeitura (SMS, COGEL, CODESAL, SEPLAG, SETAD e outros). Ainda dentre os registros de ontem para hoje, constam dois documentos encontrados em Ondina e 22 apreensões de armas brancas, tipo palitinho para churrasco, garrafas de vidro, carro de mão, fogareiro e botijão de gás. A Guarda Municipal apreendeu ainda 15 facas no circuito da folia.

Coronel Sergio Raykil, superintendente da SUSPREV destaca que as ações vão continuar com a intenção de promover uma festa pacífica e muito mais animada, tanto para o morador da cidade, quanto para o visitante. “Nós temos agentes de segurança apoiando os órgãos e espalhados por todo o circuito da folia, eles também colaboram com o ordenamento do comércio informal”, relata.




Atenciosamente,

Noel Tavares DRT 2720
Assessoria de Comunicação
Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência- SUSPREV
Guarda Municipal do Salvador
71 3183-8304/ 9984-2710
EMAILS : guardasalvador@gmail.com
ascomsusprev@gmail.com
SITE: www.segurancaurbana.salvador.ba.gov.br
TWITTER: www.twitter.com/guardasalvador
FACEBOOK: www.facebook.com/guardasalvador


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Pequeno traficante não vai mais para prisão

Rodrigo Burgarelli, de O Estado de S. Paulo

Uma resolução do Senado publicada nesta semana abriu brecha para que pequenos traficantes possam cumprir penas alternativas, em vez de ficar na prisão. O ato suspendeu um trecho da legislação de entorpecentes que proibia a conversão do cumprimento de pena na cadeia nos casos de tráfico de drogas em punições mais leves, como a prestação de serviços comunitários. A decisão foi tomada a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu que essa proibição da troca de penas era inconstitucional.

Aprovada em 2006 pelo Congresso e envolta em polêmicas discussões, a lei de entorpecentes ficou famosa por endurecer as punições a traficantes – a pena mínima para o tráfico subiu de 3 para 5 anos, por exemplo – enquanto abrandava as penas voltadas aos usuários de drogas.

O objetivo era combater o tráfico e, ao mesmo tempo, focar na recuperação do usuário. A nova resolução, porém, relativiza essas diferenças, permitindo que pequenos traficantes que sejam réus primários com bons antecedentes e não tenham vínculos comprovados com organizações criminosas também possam prestar serviços comunitários, de acordo com o julgamento de cada caso.

O STF já havia decidido em alguns casos que penas alternativas poderiam ser aplicadas aos traficantes – o entendimento é de que a Convenção Contra o Tráfico Ilícito de Entorpecentes e de Substâncias Psicotrópicas, ratificada pelo Brasil em 1991, é de hierarquia superior à lei e permite a adoção de sanções mais brandas. Agora que a resolução do Senado foi editada, todos os juízes estão obrigados a seguir esse entendimento – o que causou polêmica entre juristas, advogados e magistrados. "Isso é um desserviço ao combate ao tráfico. Estamos vivendo uma situação muito difícil, porque as penas restritivas de direitos são extremamente benevolentes", afirma o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo José Damião Cogan.

Segundo ele, a possibilidade de reduzir a pena de traficantes não é necessariamente ruim, mas deve ser usada com "parcimônia". "Conheço dois ou três juízes que aplicam penas mínimas sempre, não só em casos excepcionais. Vedar as penas restritivas foi longe demais. Acho que, do jeito que as coisas estão crescendo no Brasil, com droga a gente não pode brincar."

Liberais. Advogados e juristas que defendem a diminuição das prisões por causa de crimes mais leves, por outro lado, são favoráveis à mudança. "Defendo plenamente a conversão da pena em casos específicos. Quando são pequenas quantidades de drogas e não se trata de um traficante conhecido ou que tenha tido condenações reiteradas, a pena alternativa de prestar serviços à comunidade acaba sendo mais útil tanto ao próprio condenado quanto à sociedade", rebate o advogado criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira.

Para ele, a pena de prisão deve ser exclusiva para quem causa graves riscos à sociedade. "A prisão pode ser uma escola do crime para pequenos traficantes sem antecedentes."


enviado por GCAluno 2010 (GCM de COTIA-SP)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

DIGA NÃO À CAMPANHA DO DESARMAMENTO


O direito de ter e portar armas representa a suprema, derradeira, fundamental e decisiva proteção de um povo contra todos os tipos de tirania, principalmente a tirania do estado, uma vez que os funcionários de um governo sabem perfeitamente bem que armas nas mãos do povo fornecem o único meio prático de se resistir à tirania. Governos sabem que uma sociedade desarmada acaba se tornando uma sociedade obediente frente a um estado tirânico e onipotente.
Os defensores do controle de armas dizem que o desarmamento irá gerar um ambiente mais seguro para as pessoas. Seus argumentos são falsos, falaciosos e perigosos. Examinemos por quê.
Uma suposição básica de qualquer lei de desarmamento é a de que as pessoas irão obedecê-la. O problema com tal suposição, entretanto, é que, embora ela possa ser válida para as pessoas que geralmente acreditam em obedecer às leis da sociedade em que vivem, ela é inválida para as pessoas que não têm qualquer consideração pelas leis dessa mesma sociedade.
Logo, leis de controle de armas seriam eficazes em desarmar pessoas pacíficas e cumpridoras das leis, porém seriam totalmente ineficazes em desarmar pessoas que não possuem quaisquer reservas quanto a infringir leis contra homicídios, estupros, roubos, assaltos e arrombamentos de casas. Em outras palavras, se um indivíduo está decidido a assassinar, estuprar ou assaltar outra pessoa, quais as chances de ele dizer para si próprio que "Eu não posso fazer isso pois é proibido utilizar armas"? Nem é preciso responder. Apenas para insistir no óbvio, se um indivíduo não possui respeito algum por uma lei que proíba o assassinato, o estupro ou o assalto, então ele não terá respeito algum por uma lei que o proíba de ter uma arma.
O problema, portanto, é cristalino: ao desarmar pessoas pacíficas e cumpridoras da lei, o desarmamento efetivamente impede que a almejada vítima de assassinato, estupro ou assalto possua um excelente meio para se defender contra o assassino, o estuprador ou o assaltante. Como diz o ditado popular, "Deus criou homens diferentes; Sam Colt tornou-os iguais". Armas permitem que as pessoas mais fracas possam se proteger contra tiranos e valentões maiores e mais poderosos, os quais não possuem reservas quanto a matar, estuprar ou assaltar outros seres humanos.
Disso tudo, há um corolário principal: mesmo que toda a sociedade possa optar por não se armar, o simples direito de ter e portar armas já torna todos os indivíduos da sociedade, inclusive aqueles que optaram por não ter armas, mais seguros contra assassinos, estupradores e assaltantes. Por quê? Porque o assassino, o estuprador e o assaltante não sabem a princípio quem está armado e quem não está, o que significa que agora eles no mínimo terão de pensar várias vezes antes de tentar cometer seus crimes. Com efeito, não é esse o principal motivo de os defensores do desarmamento jamais propagandearem em voz alta que moram em casas sem armas?
Em outras palavras, se todos estiverem desarmados, então as pessoas violentas de uma sociedade podem se sentir seguras para assassinar, estuprar ou assaltar outras pessoas. Porém, se todos possuírem o direito de se armar, então o assassino, o estuprador e o assaltante saberão que há uma boa chance de suas tentativas criminosas darem errado — a pessoa que eles escolheram assassinar, estuprar ou matar pode estar armada e disparar primeiro.
Um livre mercado de armas
Uma segunda suposição básica dos desarmamentistas é a de que armas não estarão mais disponíveis para ninguém, inclusive para as pessoas violentas que estejam em busca de uma. Essa suposição se baseia na esperança de que o controle de armas irá simplesmente fazer com todas as armas existentes desapareçam, talvez por meio de algum esquema governamental de recompra de armas, em que as pessoas são estimuladas a entregar suas armas para funcionários do governo que prometem destruí-las. Novamente, esta suposição é falsa, falaciosa e perigosa.
Um problema com essa suposição é que ela não leva em conta o livre mercado — ou, mais precisamente, o mercado negro que inevitavelmente surge em resposta a leis que tentam restringir a oferta de algum produto ou serviço. Considere, por exemplo, a guerra às drogas, por meio da qual os governos vêm tentando eliminar a oferta de drogas há pelo menos 30 anos. Não obstante uma crescente variedade de leis cada vez mais rígidas, aqueles que querem comprar drogas continuam sendo capazes de adquiri-las daqueles que estão dispostos a incorrer os riscos de fornecê-las.


Por que não deveríamos esperar o mesmo resultado de uma guerra
contra as armas? Não iria imediatamente surgir um mercado negro
de armas, assim como surgiu um mercado negro de drogas quando
estas foram proibidas? E quanto àqueles indivíduos violentos
e antissociais, como assassinos, estupradores e assaltantes?
Não seriam eles mais aptos e dispostos a adquirir armas nesse
tipo de mercado do que as pessoas pacíficas e cumpridoras da lei?
Também estaríamos sendo negligentes caso não mencionássemos
os desastrosos efeitos colaterais da tentativa governamental
de se erradicar as drogas — guerras entre gangues,
assaltos a lojas de conveniência, quase sempre seguidos
de homicídio, corrupção policial, roubos, assaltos vários,
arrombamentos de casas e carros, furtos etc. Isso sem mencionar
os crescentes ataques governamentais às liberdades
civis dos cidadãos.


Por que deveríamos esperar resultados diferentes de uma guerra
contra as armas? Mais ainda: por que não esperar
resultados ainda piores?
"Mas se apenas déssemos ao governo plenos poderes para
erradicar as armas, então todas as armas poderiam ser erradicadas
de uma vez por todas, o que significa que elas não poderiam
nem mesmo ser adquiridas ilegalmente", sugerem
implicitamente os defensores do desarmamento. Embora seja
problemático, vamos, para o bem da discussão, ceder a esse
argumento. Vamos supor que a posse de armas seja efetivamente
banida e que, de alguma forma, o governo seja capaz
de impedir que assassinos, estupradores e assaltantes as
adquiram no mercado negro.
O que isso implicaria?
A maior ameaça à liberdade
Tal medida tornaria a população mais segura? De modo algum,
pois um governo que teve o poder de erradicar todas as armas da
sociedade sem dúvida se tornaria um governo onipotente e
tirânico, assim como aqueles que existem na Coréia do Norte
ou em Cuba. Parafraseando um velho ditado, quando as armas
forem proibidas, apenas o governo terá armas.
Isso nos remete novamente ao principal argumento contra o
controle de armas — uma população armada restringe a tirania,
pois aqueles que detêm o poder político sabem que os cidadãos
não serão meros súditos; os governantes sabem que uma
população armada possui os meios para resistir violentamente
à tirania, talvez até mesmo por meio da revolução ou da rebelião,
como escreveu Thomas Jefferson na Declaração de
Independência dos EUA.
Para muitas pessoas é difícil entender ou mesmo aceitar que a
maior ameaça à liberdade e ao bem-estar da população de um país
advém de seus políticos. Elas acham essa ideia desagradável — isto
é, a ideia de que seus próprios funcionários públicos irão, caso
possam, impor a tirania sobre seu próprio povo. Porém, curiosamente,
essa sempre foi a regra na história do mundo, e não a exceção.
Tirania pode ser um conceito subjetivo, porém vamos aqui defini-la
como sendo a violação dos direitos fundamentais de todo o ser
humano: vida, liberdade e propriedade. Será que os funcionários do
governo seriam capazes de violar esses direitos (vamos ignorar,
por ora, que toda e qualquer forma de tributação já representa,
por si só, um atentado à liberdade e à propriedade)? Será que eles
possuem uma devoção tão grande ao povo a ponto de jamais serem
capazes de violar esses direitos?
A resposta, obviamente, é não. E a história está aí para comprovar.
Estados já atiraram em manifestantes, fecharam jornais críticos ao
regime, invadiram casas e empresas sem nenhum mandado de busca,
mataram suspeitos e inocentes, encarceraram pessoas sem
mandados, detiveram pessoas suspeitas por tempo indefinido,
negaram a prisioneiros o devido processo legal, o direito a advogados,
o direito à fiança, o direito a julgamentos por processo de júri e o
direito ao habeas corpus e impuseram a pessoas dissidentes
cruéis e extraordinárias punições, como tortura, estupro, abusos
sexuais, e assassinato por espancamento.
E, é claro, fizeram tudo isso após confiscar as armas da
população, impor um rígido controle de armas e zelar pela aplicação
dessas medidas com força mortal.
"Mas isso não significa que os governos de hoje farão isso
novamente..." Ora, é claro que significa, especialmente se o governo
em questão invocar justificativas em prol da "segurança maior da
população", algo a que eles sempre recorrem.
O governo federal, de todo e qualquer país, por sua própria natureza
atrai pessoas que não têm absolutamente nenhum respeito pelos
direitos básicos dos cidadãos. A hierarquia governamental, com
seus cargos políticos e burocráticos, atua como um mecanismo de
filtragem, garantindo que apenas aqueles que seguem a maneira
"correta" de pensar — isto é, que pensam dentro da margem
politicamente pré-determinada pelo estado — possam ganhar
maiores poderes. Esse filtro permite a passagem de
comunistas, social-democratas, fascistas e até mesmo liberais
clássicos moderados. O que ele não permite, porém, é a passagem
— exceto em raras distrações — de pessoas que questionam
a absoluta autoridade do estado em empregar a força para fazer
com que a população obedeça a seus decretos. Enquanto o princípio
de que o estado deve deter o poder supremo for aceito, os
pilares do poder estatal permanecerão inabalados e, no longo
prazo, aqueles mais aptos a utilizar de violência e imoralismo
tenderão a ganhar mais poderes.
As pessoas que povoam as repartições governamentais,
especialmente aquelas pessoas cujas carreiras estão totalmente
centradas em empregos do governo, são progressivamente educadas,
por todo o ambiente que as cerca, na ideologia da autoridade do
estado. Após passar muito tempo em tais ambientes, torna-se
óbvio e natural para essas pessoas que o melhor arranjo é
fazer com que armas fiquem apenas nas mãos do governo —
afinal, nesse arranjo, as armas sempre estarão apenas do lado
delas. A comodidade desse arranjo estará em perigo sempre
que os cidadãos comuns puderem utilizar armas para se
defenderem sozinhos. Quando podem utilizar armas, a
necessidade de pedir proteção ao governo é quase nula e, no
extremo, a população pode ficar tentada até mesmo a exigir
— por meio de armas — cortes no orçamento de vários
departamentos do governo. E isso não pode ocorrer.
Como bem sabem as pessoas que perderam suas liberdades
em decorrência de medidas adotadas pelo seu próprio governo,
tão logo começa a concessão de direitos, a marcha rumo à
tirania torna-se inexorável. Ademais, uma das lições que os
governantes de hoje aprenderam com o século XX é que um
estado pode ser totalitário com muito mais eficiência quando
esconde sua munheca dentro de uma luva de veludo. Uma
demonstração muito crua de poder estatal pode tornar a população
súdita um tanto inquieta. Por isso a predileção pelo desarmamento
. Um povo desarmado é um povo dócil. Não é preciso outras
medidas mais autoritárias para mantê-lo domesticado. Logo,
o desarmamento atinge de maneira totalmente eficaz os objetivos
de plenos poderes do estado.
Princípios da liberdade
Se o objetivo dos desarmamentistas é fazer com que as
pessoas se tornem crianças indefesas que saem correndo em
busca da proteção paternal do estado, ou se as ações dos
desarmamentistas apenas levam acidentalmente a esse
resultado, isso é algo desimportante. Teria importância apenas
se estivéssemos querendo julgá-los por seus crimes. Porém,
para resolver os problemas básicos do desarmamento,
julgar a real intenção dos desarmamentistas é secundário. O
que não podemos jamais é nos curvar perante eles. A nossa
liberdade e segurança é muito mais importante do que qualquer "grande
ideia" dessa gente.
Talvez uma boa maneira de concluir um artigo sobre a vital
importância de se ter e portar armas seja citando a
sabedoria dos principais Pais Fundadores dos EUA, que
entendiam de liberdade e de tirania:
"Governos temem cidadãos com armas." ~ James Madison
"Nenhum homem livre pode ser privado do uso de armas"
~ Thomas Jefferson
"Para preservar a liberdade, é essencial que as pessoas
possuam armas e sejam ensinadas, desde crianças, a
como utilizá-las" ~ Richard Henry Lee
"O maior objetivo é fazer com que cada indivíduo esteja
armado.... Todos que são capazes devem possuir uma
arma. ... Será que finalmente chegamos a tão
humilhante e degradante situação, que nem mais
podemos utilizar armas para a nossa própria defesa?"
~ Patrick Henry

enviado por
gcaluno2010

GUARDA MUNICIPAL DE JEQUIÉ (BA) APRESENTA PROJETO DE INTERCÂMBIO E BANDEIRA DA GCMJ






Foi entregue, na Secretária de Governo do Município de Jequié, o Projeto de Intercambio Sociocultural, de autoria dos Guardas Civis Alessandro Veloso e Ivanete Veloso, ambos da Guarda Civil Municipal de Jequié – BA. O projeto visa interagir através de estudo, legislação e moldes de trabalho com as diversas Guardas Civis do Brasil, criando um vínculo de amizade, servindo também de aperfeiçoamento na missão desempenhada pela Instituição.
O projeto de Intercâmbio foi lançado no dia 09 de junho de 2011, no aniversário da Guarda Civil de Jequié, com a presença de várias autoridades, entre elas, o vice-prefeito Eduardo Lopes, que representou o prefeito Luiz Amaral. Durante o evento, foi apresentado um vídeo do projeto realizado na Guarda Civil de Vitória – ES, onde foram feitas as filmagens do DVD – INTERCÂMBIO, servindo de modernização para a Guarda Municipal de Jequié.
O Projeto inclui parcerias com o Tiro de Guerra de Jequié para utilização de futura Base Comunitária e do Projeto Piloto Vídeo Monitoramento (através do TECEP – Termo de Cooperação Entre Entes Federados do Ministério do Exército), sendo operado pela Guarda Civil de Jequié, em imóvel destinado para este fim. O projeto inclui a criação do Grêmio Recreativo Antônio Lomanto Junior – GRANLOJÚ, que administrará o Projeto de Intercêmbio Sociocultural – já autorizado pelo Gabinete, homenageando o fundador da Guarda Municipal, o ex-prefeito de Jequié, Lomanto Júnior.
Veja a matéria completa na página da FEBAGUAM

Guarda Civil é chamada após homicídio na Campininha, em Caucaia do Alto


Por Fau Barbosa

Na madrugada dessa sexta-feira(17), um jovem de 21 anos foi espancado e torturado até a morte no bairro da Campininha, em Caucaia do Alto.

O tio da vítima foi encontrou o rapaz, nú e amarrado pelos pés e braços na cama de um barraco na Estrada dos Lusitanos s/nº. O rapaz foi torturado e morto com pauladas na cabeça. Ele ficou totalmente desfigurado.

O tio chegou na inspetoria da Guarda de Caucaia passando mal e informando que tinha ido chamar o sobrinho e o encontrou morto. Os guardas precisaram dar água para acalmar o senhor. A mãe da vítima foi levada para o PA de Caucaia, passando mal.

O local é bem rural e ao fundo pode ser vista a escola da Campininha

Segundo a guarda, o rapaz, Flavio Henrique Rodrigues dos Santos, pode ter sido morto por engano. Pelas informações, um pessoal da Bahia morava no local, que fica próximo à Escola da Campininha. Ele devia muito para agiotas. Eles foram embora há 15 dias e o rapaz passou a morar no barraco. Ele era de Cotia e estava ali há apenas 10 dias.

A perícia foi chamada. A ocorrência foi apresentada pelos GC´s Gilmar Pires e Laudiran no 1º DP de Caucaia.