quarta-feira, 10 de outubro de 2012

GCMs apoiam mutirão de doação de sangue Munícipes também aproveitaram a oportunidade para ajudar


Jairo Marques
Guardas colaboraram com ação
Por Ludmila Pilipavicius

Os novos Guardas Civis Municipais (GCMs) de Praia Grande participaram  do mutirão de doação de sangue realizado pela Associação Beneficente de Coleta de Sangue (Colsan), no Complexo de Saúde Irmã Dulce, que mantém uma agência transfusional.

Apesar de, atualmente, o complexo não sofrer com falta de estoque, as campanhas de conscientização são sempre positivas, conforme explicou o médico hematologista Marcus Vinícius Porta Nova, responsável técnico pelo serviço no hospital. “Apenas 2% da população do País é doadora de sangue e esse número está muito abaixo do ideal. Com o sucesso desta ação, poderemos ter outras edições futuramente”.

Recém-formados, os novos integrantes da GCM apoiaram o mutirão. Alguns, como Anderson Eraldo Neri, de 29 anos, e Vanessa Lombardi Alboredo, de 31, já tinham o costume de doar sangue e destacaram a importância de ações que mobilizem a sociedade. “Quem já acompanhou de perto uma situação em que uma vida depende de doadores de sangue sabe como esse gesto é importante. Além disso, como Guardas Municipais, temos que dar o exemplo e ajudar sempre que possível”, afirmou Vanessa.

Já o guarda Décio Padovani Junior, de 29 anos, admitiu que nunca havia doado sangue porque sempre adiava a decisão, mas afirmou que estava feliz por finalmente poder dar sua contribuição também. “Não custa nada e ainda nos faz bem”.

O mutirão durou toda a manhã e foi realizado no saguão do hospital, dando oportunidade para que outras pessoas também participassem. Foi o caso da professora Josemeire Fernandes de Barros Perez, de 34 anos, que soube da campanha e aproveitou o dia de folga para fazer sua parte. “Nunca tinha doado sangue. O fato de não ter que ir pra Santos e poder fazer a doação aqui em Praia Grande mesmo facilita bastante”.

O hematologista observou ainda que homens podem doar sangue a cada dois meses e as mulheres, a cada três, nunca excedendo 4 vezes ao ano.

Para doar é preciso ter entre 18 e 67 anos de idade, boa saúde e pesar mais de 50 quilos, preferencialmente sem fazer uso de medicamentos ou tratamentos. No dia da coleta, deve estar bem alimentado, descansado e portar documento de identidade com foto.

Antes da coleta, o interessado passa por um processo de triagem clínica sigilosa com entrevista que visa reduzir os riscos de contaminação para os pacientes que recebem transfusões. É feita ainda uma triagem hematológica que visa detectar se a pessoa tem anemia, além da verificação de peso e pressão arterial.

Outras informações podem ser obtidas no site www.colsan.org.br

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