A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo devolveu a lei sancionada pelo prefeito de Sorocaba, Vitor Lippi (PSDB), autorizando o início da Operação Delegada na cidade. A lei permitiria que policiais militares trabalhassem nas horas vagas para reforçar a segurança na cidade. Sorocaba foi o primeiro município do interior a aderir ao programa, durante evento no Palácio dos Bandeirantes, em janeiro deste ano, mas até agora o plano não saiu do papel.
De acordo com informações da prefeitura, o governo do Estado considerou excessivas as atribuições dos policiais, entre elas o apoio para corte de árvores e limpeza de terrenos. Também pediu alterações no item que trata do repasse de verbas para o pagamento dos policiais. O comandante do 7º Batalhão da Polícia Militar em Sorocaba, coronel Vitor Gusmão, confirmou ter havido pontos de conflito entre o programa do Estado e a lei municipal. A Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos informou que vai avaliar as restrições feitas pelo Estado e deve optar pelo envio de um novo projeto para a Câmara.
A lei que autorizou a parceria havia sido aprovada em fevereiro deste ano e previa convênio de três anos, podendo ser prorrogado para cinco. Se aprovada a nova lei, a operação terá 40 policiais e deve custar, no primeiro ano, cerca de R$ 1,5 milhão ao município. Pelo "bico" oficial em suas folgas, os oficiais receberão R$ 16,66 por hora, subtenentes e sargentos R$ 14,58 e cabos e soldados, R$ 12,50. Além de São Paulo, que adotou a operação delegada em 2009, as cidades de Mogi das Cruzes, Parapuã Paulista e Assis já aprovaram leis
De acordo com informações da prefeitura, o governo do Estado
A lei que autorizou a parceria havia sido aprovada em fevereiro deste

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