No curso que começou esta semana os futuros guardas municipais de Caruaru terão uma disciplina que trata do uso de pistolas elétricas, que podem, ou não, serem usadas em nossa cidade. O tenente-coronel João Bosco, secretário executivo da Destra, é o responsável pelo estudo deste assunto. Ele está levantando os dados sobre a aquisição destes equipamentos e um dos principais pontos será convencer o prefeito José Queiroz sobre a necessidade do uso, além dos custos da compra. É que o chefe do executivo deixou claro que não quer uma guarda municipal armada e defende o uso apenas de armas não letais.
Especialistas dizem que as pistolas elétricas podem, sim, chegar a matar uma pessoa com a descarga, caso sejam usadas de forma equivocada. Os guardas municipais serão qualificados para usar a arma, mas ainda não sabem se contarão com este artifício no trabalho nas ruas. O maior receio do prefeito é que uma ação tão importante e de repercussão como a criação da guarda municipal vire uma tragédia, com disparos acontecendo em lugares inadequados. Em breve o prefeito será informado sobre as pistolas elétricas para definir se comprará, ou não. Hoje ele acha melhor evitar.

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