Em uma iniciativa pioneira na Baixada Santista, foi inaugurada no dia 31, às 10 horas, a Base Comunitária Integrada da Polícia Militar e Guarda Civil Municipal, à Avenida Mário Covas Júnior, s/nº, Agenor de Campos, em frente à Plataforma de Pesca.
Apesar de haver espaço para as duas corporações no local, elas atuarão de maneira alternada, para que ocorra, simultaneamente, patrulhamento no bairro e no próprio local. A instalação da base é uma antiga reivindicação dos moradores e comerciantes, que foi atendida agora pelo prefeito, Paulo Wiazowski Filho, o Paulinho. “Essa integração entre Polícia Militar e Guarda Municipal tem o único objetivo de servir à comunidade da melhor maneira”, afirma o diretor de Segurança de Mongaguá, Edmundo Lourenço Neto.
GOSTARIA MUITO QUE NÃO SE REPETISSE AÍ EM MONGAGUA O QUE OCORREU AQUI EM SÃO CAETANO DO SUL À ALGUNS ANOS ATRAS ,ONDE FOI UTILIZADA ESSA MESMA ESTRATÉGIA E NÃO FUNCIONOU PORQUE OS MIKE SIMPLESMENTE TENTARAM NOS SUBMETER,COMO SE FOSSEMOS SEUS SUBORDINADOS,DEIXANDO PARA OS GCMS AS PIORES TAREFAS,NÃO PERMANECENDO NA BASE ,NÃO DIVIDINDO RESPONSABILIDADES E POR AÍ VAI. BOA SORTE AOS COMPANHEIROS E NÃO SE INTIMIDEM,POIS JÁ SOMOS O FUTURO.
ResponderExcluirINFELIZMENTE PARCERIAS DESTE TIPO, SEMPRE ESBARRAM EM INTERESSES POLITICOS.
ResponderExcluirA POLICIA MILITAR, DIGO COMANDO,EM NENHUM MOMENTO É SOLIDARIA COM AS GUARDAS MUNICIPAIS, POIS ELES QUEREM MANTER, ALGO QUE JÁ PERDERAM, O MONOPÓLIO DA SEGURANÇA PUBLICA.
GOSTARIA MUITO DE VER UMA BASE APENAS DA GUARDA DE MONGAGUA, SEM INTERFERENCAS, POIS O COLEGA AÍ DE SCS TEM RAZÃO!
QUERO TAMBEM DEIXAR REGISTRADO, QUE ANDO ALGUMAS VEZES POR SÃO CAETANO E A GUARDA ESTÁ DE PARABENS.
PEÇO MAIS NOTICIAS SOBRE AS GUARDAS DO LITORAL, POR EXEMPLO,SE A GUARDA DE MONGAGUA JÁ ESTÁ ARMADA(AFINAL, DEMOROU), COMO ESTÁ A GUARDA DE ITANHAEM E POR AÍ EM DIANTE.NÃO SOU GUARDA CIVIL,POREM SOU DA AREA POLICIAL E CONHECI O BLOG EM CONVERSAS DE GUARDAS NOS DP'S.
A Polícia Militar deveria procurar uma identidade para ela. Tentou fazer o trabalho da Polícia Civil (termo circustanciado) e foi tolhida da sua pretenção. Ao querer fazer o tabalho da polícia civil demonstrou que não quer mais fazer o seu serviço de policiamento preventivo e ostensivo; mas também não quer deixar que as guardas o faça (entrou com ação judicial contra a GCM/SP por causa do termo "policiamento preventivo e comunitário" existente na lei que define as atribuições da GCM).
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