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Frente Parlamentar contesta sobre uso de armas pelas GCMs



A Frente Parlamentar em Defesa das Guardas Municipais do Estado de São
Paulo, coordenada pelo deputado estadual Chico Sardelli (PV), contesta as
colocações da comandante do Comando de Policiamento Área Metropolitana
(CPAM-12), tenente-coronel Mônica Puliti Dias Ferreira, a respeito do uso de
armas pelas Guardas Municipais.

O GCM Carlinhos Silva, assessor parlamentar e integrante da Frente, ressalta
que o direito ao armamento por parte dos guardas está previsto no Estatuto do
Desarmamento há mais de dez anos, garantindo o direito dos agentes de agir
em defesa da sociedade armados. Essa diretriz foi repetida em 2014, quando
foi promulgado o Estatuto das Guardas.

Ele destaca ainda a atuação preventiva e comunitária da Guarda Civil e a
legislação que dá suporte jurídico à corporação (lei 13.022/2014 – Estatuto
Geral das Guardas Municipais) para trabalhar em defesa dos cidadãos,
independente de estar em próprio municipal ou em via pública.
“Hoje não se faz segurança pública sem as Guardas Municipais. Elas são
reconhecidas por legislação federal e, no Estado de São Paulo, têm o
reconhecimento do governo estadual. O maior patrimônio que o município tem
é o cidadão e por ele trabalham os guardas municipais”, comenta Carlinhos
Silva.

Ele enfatiza ainda que os guardas são submetidos a rigoroso treinamento para
ingresso e manutenção da carreira, que segue diretrizes do Ministério da
Justiça e é uma das forças de segurança mais treinadas e fiscalizadas. É a
única que, por exigência Federal, é submetida à requalificação anual e teste
psicológico a cada dois anos.





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